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Informalidade cresceu 6,5% nos últimos três anos

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Por Leonardo Faria Lima – Dep. Econômico ACMinas
 
Taxa Média Anual de Desemprego
 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicaram que a taxa média de desocupação no Brasil, medida pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional de Amostra e Domicílios) - encerrou 2017 em 12,7%, com um acréscimo de 1,2 pontos percentuais sobre 2016. Isto indica haver 13,2 milhões de desempregados no país, dos quais cerca de 11 milhões atuando no mercado informal, o que significa um aumento de 6,5%, desde 2015, no número de pessoas trabalhando sem carteira assinada.

A retomada da demanda doméstica e dos investimentos prevista para este ano deverá fortalecer o mercado de trabalho, recuperando parte dos empregos extintos nos últimos. Além disso, parte significativa dessas pessoas que foram obrigadas a trabalhar por conta própria, atuando na informalidade, poderá criar empreendimentos formais e prosseguir com seus negócios, inclusive criando vagas no mercado de trabalho. Segundo analistas do mercado financeiro, a taxa média de desocupação deverá se reduzir, findando o exercício em torno de 12%, resultado condizente com a retomada do crescimento econômico iniciada em 2017.





Resultado Trimestral
 
Durante 2017, o indicador alcançou o seu maior valor (13,7%) no primeiro trimestre mas recuou, na segunda metade do ano, em 1,9 pontos percentuais, chegando a 11,8% no último trimestre.
 
O arrefecimento da taxa ratifica a recuperação gradual do mercado de trabalho e fortalece a melhor expectativa estruturada para 2018.




Trabalho Formal e Informal
 
Nos últimos três anos, o número de trabalhadores com carteira assinada passou de 36,61 para 33,34 milhões, em outras palavras, o Brasil perdeu 3,3 milhões de postos de trabalho celetistas. E aproximadamente um milhão de vagas foram fechadas entre 2016 e 2017.
 
Em relação à categoria dos trabalhadores por contra própria ocorreu um pequeno acréscimo de 0,7% de 2017 sobre 2016, isto é, de 22,5 milhões para 22,7 milhões de indivíduos. Perante 2014 (21,3 milhões) o crescimento foi de 6,5%, percentual que corrobora o aumento da informalidade no país.
 
Rendimento médio real (com o desconto da inflação)
 
O rendimento médio real de todos os trabalhos habitualmente recebido pelos indivíduos com rendimento de trabalho foi quantificado R$ 2.141, acréscimo de 2,36% ante 2016. Em relação a 2012, foi observado um crescimento de 4,4%. Perante o ano de 2014 (início do quadro de recessão econômica) ocorre um leve recuo de 0,04%.






O ritmo de crescimento da renda perdeu fôlego entre 2014 e 2017, especialmente, devido ao menor reajuste do salário mínimo. A valorização do salário mínimo é efetivada mediante o emprego de uma fórmula básica, que combina a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC) do ano anterior, mais a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do no retrasado. Assim, a queda da inflação e o desaquecimento da atividade econômica explicam a desaceleração da evolução da renda.
 

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