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IPCA 2017 - menor variação em 19 anos

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Por Leonardo Faria Lima - Dep. Econômico ACMinas  


O indicador oficial da inflação brasileira, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), findou 2017 em 2,95% - involução de 3,34 pontos percentuais (p.p.) ante 2016 (6,29%).
 
O resultado registrado é o menor desde 1998 quando foi observada uma pequena alta de 1,65%. Além disso, foi a primeira vez a partir de 1999, ano de estruturação do regime de metas para inflação, que o IPCA ficou abaixo do limite inferior estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional – CMN.





A forte queda do índice foi ocasionada pelo recuo do nível de preços no segmento de alimentação e bebidas (-1,87%). O crescimento atípico de 30% da produção agrícola foi o fator preponderante para o barateamento dos alimentos.




A involução dos preços dos alimentos ajudou a compensar a alta dos preços de outros itens, botijão de gás (16,00%), mensalidade dos planos de saúde (13,53%), creche (13,23%), gás encanado (11,04%), taxa de água e esgoto (10,52%), ensino médio particular (10,36%), tarifa de energia elétrica (10,35%) e gasolina (10,32%).
 
Em relação à energia elétrica, o aumento foi provocado pela mudança da bandeira tarifária ao longo do ano, variável acarretadora da cobrança adicional na conta de luz.




Já a respeito da gasolina, os preços sofreram aumentos devido a dois fatores:
 
  • Mudança na política de reajuste de preços adotada em 03 de julho de 2017 pela Petrobrás. A partir desta data, os preços dos combustíveis passaram a seguir as variações da taxa de câmbio e as cotações internacionais de petróleo e derivados;
 
  • Aumento da alíquota do PIS/Cofins que incide sobre o gás, a gasolina e o diesel. O governo federal lançou mão da medida no dia 20 de julho de 2017, com o objetivo de elevar a arrecadação e, consequentemente, atenuar o déficit fiscal. De acordo com o IBGE, “considerando-se a data de 03 de julho, até o dia 28 de dezembro (final da coleta do IPCA dezembro), foram concedidos 115 reajustes nos preços da gasolina”. 
 
Resultado Regional
 
Em 2017, as regiões metropolitanas que apresentaram a maior variação no índice foi a de Goiânia e Brasília, alta de 3,76% para ambas. A menor variação foi registrada em Belém (1,14%). Já a região metropolitana de Belo Horizonte obteve uma taxa de 2,03%.




Projeção 2018
 
Para 2018, o mercado financeiro do país projetou que o ICPA encerrará o ano com uma variação positiva de 4,25%, percentual abaixo da meta inflacionária estabelecida para 2018, 4,5% - com margem de tolerância de 1,5 p.p. para cima ou para baixo (6,0% e 3,0%).  O aumento previsto para a inflação está correlacionado positivamente com a retomada da atividade econômica, em outras palavras, a recuperação da demanda doméstica acarretará uma maior pressão sobre o nível de preços, no entanto, de uma maneira controlada ou não exagerada.
 
Vale a pena reafirmar, que em 2017, os preços administrados - tarifa de energia elétrica, gás de cozinha, gasolina, entre outros - foram os grandes vilões da inflação. O Banco Central (BACEN) estimou uma evolução de 8% para eles no referido exercício. Em relação a 2018, o BACEN acredita em aumento de 4,9%, percentual equivalente ao estimado pelo mercado financeiro.


 

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