Associação Comercial e Empresarial de Minas

Conselho Empresarial de Inovação

Segunda-Feira, 16/11/2015

Reunião do Conselho Empresarial de Inovação 25/09

Ata reunião do Conselho Empresarial de Inovação da Associação Comercial e Empresarial de Minas, realizada no dia 25 de setembro de 2015, às 09h00 na sede da Entidade.

Presenças: Eder de Melo Pereira, Fernanda Cimini, Flávio Baeta, Paulo Renato Cabral, Rodrigo  R. Ragil, Ronan Alexandre Costa Silva, Vanessa Silva da Silva, Vânia Andrade, Silvio Wandalsen Armdt, Túlio de Souza e Zander Reis.

O Presidente do Conselho de Inovação da ACMinas, Paulo Renato Cabral abriu a reunião solicitando que todos se apresentassem. Paulo Renato informou que o Conselho funciona como um núcleo que visa novas iniciativas. O Conselho vem se reunindo e durante esse período surgiram duas propostas de trabalho: Políticas de Biotecnológicas e criação da Câmara do Comércio Eletrônico. Essas duas iniciativas representam dois segmentos que precisam estar mais forte na matriz eletrônica. “Se a gente conseguir fortalecê-las, já será um grande passo do Conselho, ressaltou o Presidente. Esclareceu ainda, que o Conselho não tem a função de deliberativa. Ele é consultivo. A função do conselho é levar à diretoria da ACMinas a posição do conselho para as demandas que surgirem.

Em seguida, o Conselho discutiu sobre os seguinte assuntos:

-  Apresentação de Vanessa Silva da Silva, sobre a AMBIOTEC.

- Discussão sobre a criação da Câmara de Comércio Eletrônico, pelo Advogado Túlio de Souza.

A Coordenadora Executiva da AMBIOTEC, Vanessa Silva, iniciou falando da proposta da Ambiotec de construir parcerias e porque elas são importantes. A Ambiotec surgiu da necessidade de criar um conselho de biotecnologia. Em 2010 foi criada a Associação. Hoje ela conta com 40 empresas associadas.. Hoje está instalada no parque AMBIOTEC. Hoje a entidade é muito procurada e o objetivo é crescer. O grande foco é humana animal e ambiental. Ela é reconhecida como entidade local. Hoje tem cinco anos de existência, mas já existe há mais tempo. Ela oferece serviços de apoio a competitividade para as indústrias. São várias as empresas associadas e a demanda é muito grande. Hoje, atua também em outras regiões. Entre as associadas, citou exemplo da JHS, Aptiva Lux, Biotecnica (empresa de implantes), Ged Brasil (que desenvolve trabalhos com células tronco), Celer e o Laboratório Hermes Pardini. A tendência é que os laboratórios partam para essa área de biotecnologia. Na Ambiotec há uma cadeia completa para o diagnóstico, diagnóstico molecular animal, além da área de tratamento de resíduos, inseminação, análise de cosméticos específicos para o paciente, análise de plantas para reflorestamento, e outros. Citou na ocasião o case empresa Alemã instalada em Divinópolis. Ela coleta a placenta, prepara e envia para lá, para ser usada na recuperação de pele e próteses. São feitos também muitos testes na área genética e através desses eles conseguem o certificado. As entidades internacionais são os contatos mais recentes da Ambiotec para fortalecer e ampliar a pesquisa. Com essas empresas de fora, o papel da entidade é mais de mediadora. Citou outras ações do Ambiotec, como: capacitação em gestão; ações internacionais, através de rodadas de negócios, participação nas feiras, acompanhar a visita de compradores e investidores; participação da Feira Hospitalar e na BIO International  Convention. Tudo que vai ser lançado no mundo, está na BIO International que acontece nos Estados Unidos. A MEDICA é um outro evento muito importante, porque é um evento de lançamento de equipamentos médicos do mundo. E o bio Latam é também um encontro importante e conta com a participação da Ambiotec. As propostas de política de biotecnologia em Minas Gerais e que eles pretendem levar ao governo, são: o governo precisa investir para que haja a diminuição da dependência de importação de insumos, reavaliação do processo de importação de amostras para realização de exames, criação de zonas francas ou porto seco com o intuito de agilizar o acesso de insumos; inovação e empreendedorismo com o objetivo de fomentar à inovação;  criação de start-ups e tecnologia;  constituição de mecanismos de investimentos; regulamentação; atração de empresas de centros de P&D; e demandas públicas. Na ocasião foi citado as dificuldades com a AMVISA. Se ela seguisse as regras, seria reconhecida mundialmente. Hoje ela é um gargalo, porque ela dificulta a entrada de aventureiros, mas por outro lado, prejudica o processo das empresas. Ao final, Vanessa apresentou algumas propostas para a ACMinas: realização de ações em parceria, apoio às star-ups,   . E encerrou sua exposição agradecendo a ACMinas pela oportunidade.

Na ocasião foi sugerido que a Ambiotec elabore cursos como forma de criar recursos financeiros para a entidade, através da AMPEI. O Presidente Paulo Renato se ofereceu para fazer um contato com a diretoria da AMPEI. Outra sugestão foi de, através da ACMinas, atrair empresas do interior e as grandes empresas também. Paulo Renato sugeriu ainda que seja feito um contato com o Deputado Paulo Lamac, e com Paulo Piau, hoje prefeito de Uberaba, para mostrar a eles que a Biotecnologia pode ajudar a agricultura.

O outro tema que foi discutido pelos Conselheiros, foi a criação da Câmara de Comércio Eletrônico: Túlio Silva, informou que começou a trabalhar com programação de computadores  na Cemig e lá tinha um polo de inovação. Quando se falava em energia eólica e energia foto votaica era algo inovador. Esse seguimento eletrônico vem crescendo 20% ao ano no Brasil. E hoje é o 3º país em perspectiva de comércio eletrônico. Por isso a importância da criação da Câmara de Comércio Eletrônico em Minas Gerais. Segundo Túlio, é preciso discutir uma agenda para o setor e criar um marco regulatório. “Não tem porque deixar para o governo criar esse marco regulatório. O Estado é um ator fundamental. Porém essa discussão não pode ficar só com o estado. Nós precisamos criar uma agenda em Minas Gerais e ter um órgão em Minas e estabelecer as políticas públicas”. Citou como exemplo a discussão do UBER. E afirmou que deixar para o governo essas discussões, é muito arriscado. Sugeriu que essa discussão seja aberta para os associados da ACMinas. “Isso é inovação”. Todas essas discussões precisão acontecer em uma câmara de Comércio Eletrônico. Um assunto muito importante para discutir na Câmara, é sobre o ICMS. Muitas empresas querem se estabelecer aqui, mas encontram dificuldade. Na ocasião citou o exemplo do Uruguai, que virou um polo de serviço, porque tem o apoio do governo. Outros países é o Peru e o Chile. Túlio informou que tem um desenho desse projeto, e irá disponibilizar para os conselheiros estudarem e darem suas contribuições. O membro do Conselho, Éder, disse que tem contatos com o E-Commerce, o Mercado E-Commerce e Abrecon. E eles podem ajudar para que essa ideia seja implementada.

Após a discussão dos dois temas em pauta, o Presidente do Conselho, Paulo Renato informou que na reunião passada, foi discutido sobre a criação de novos produtos para que a ACMinas possa oferecer a seus associados, e como o Conselho pode contribuir.  Chegou-se a pensar na criação de um guia de apoio de incentivo a inovação. Segundo Paulo, seria um encarte simples com a apresentação da Bruna Soly, que esteve apresentando na reunião da Diretoria, falando sobre os mecanismos que tornam financeiramente possível a adoção da inovação para o desenvolvimento de suas empresas.  Dentro desse pensamento, convidou a empresa GosEat Tecnologia para Produtividade, para apresentar suas propostas de inovação aos serviços da ACMinas. O sócio fundador da empresa, Zander Reis apresentou as seguintes propostas para a ACMinas. Todas elas, mostram que  a comunicação é feita de forma eletrônica. Para Zander, a ACMinas deve e pode usar a tecnologia a seu favor. A tecnologia privilegia o relacionamento entre a ACMinas e o associado, e pode contribuir para promover cursos e eventos com um menor custo, promover marketing segmentado,  e promover a integração entre associados.  Através de aplicativos direcionados para marketing digital a ACMinas pode divulgar suas publicações através de multiplataformas, poderá fazer campanhas digitais e a comunicação ser instantânea. Outra crítica feita por ele, é o site móvel. A Associação ainda não tem um site móvel. Apresentou também proposta de uma plataforma digital de educação continuada ou seja de ensino à distância; e de um produto criado por eles, chamado “Clube de Permutas”, que a seu ver pode gerar muito dinheiro. Trata-se de fomentar a troca de serviços. Outras sugestões foram: o jornal digital da ACMinas, a modernização do “ACMinas tem”, um aplicativo para solicitação digital de suas vias (declaração de exclusividade, proposta de seguro, assessoria econômica, certificado digital e outros). Segundo Zander, a ACMinas precisa trabalhar e investir em relacionamento. Ele acredita que a entidade pode ter um grande retorno se melhorar seus produtos e o relacionamento com o cliente. “O nosso objetivo é inovar e contribuir”.

Antes do Presidente Paulo Renato encerrar a reunião, solicitou ao conselheiro Rodrigo Ragil, que apresente em outra reunião, sua dissertação sobre Crowdfunding. O Crowdfunding corresponde ao mercado de financiamento coletivo. Trata-se do conjunto de plataformas eletrônicas que disponibilizam espaço para divulgação de projetos e ideias em troca de financiamento junto à população em geral.

Encerrando, Paulo Renato solicitou que todos falassem rapidamente sobre sua percepção da reunião, o que na opinião de todos foi muito positiva.

 

Belo Horizonte, 25 de setembro de 2015

 

 

 

Pela Secretária do Conselho, Juliane Vidigal Maciel Viana

 

 


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Descrição do Conselho

Pensando em acompanhar o desenvolvimento de novas tecnologias e sua real funcionalidade no mercado, cada vez mais indispensável no cotidiano, foi criado o Conselho Empresarial de Inovação. 

 

Presidente


Paulo Renato

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