Brasil, África: Oportunidades, Investimentos e Negócios

O Conselho Empresarial de Relações Internacionais abordou o tema:  Brasil, África: Oportunidades, Investimentos e Negócio e discutiram sobre as principais potências de exportação do Brasil e o seu crescimento, como por exemplo o Cerrado – que no ano de 1980 chegou a produzir cerca de 1% ao ano e em 20% cresceu exponencialmente para 50%.  

Na ocasião o presidente da Campo-Companhia de Produção Agrícola em Brasília (DF), Emiliano Pereira Botelho falou sobre o relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), onde há informações que o mundo precisa produzir mais de 820 milhões de toneladas de comida este ano e espera que o Brasil produza 40% disso. “Isso não depende somente do Brasil, mas também das regiões tropicais da África” disse.  

O presidente Executivo da Associação Brasileira de Produtores de Milho (ABRAMILHO), Alysson Paulinelli lembrou durante a reunião, que em 50 anos o Brasil se tornou o maior exportador de alimentos em volume e preço, mas a fome e a miséria ainda se encontram nas regiões tropicais do globo, inclusive no Brasil. Paulinelli explicou ainda, que é preciso um pacto internacional para minimizar a fome, miséria e para o desenvolvimento das regiões famintas, “já temos tecnologia para isso”. 

“Tem de existir um maior interesse” disse o fundador e presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte em relação a aproximação comercial dos países em. Para ele, o bom resultado advindo dessa aliança é preciso compreender as peculiaridades e singularidade de cada região.  

Já para o analista de Inteligência de Mercado da Apex-Brasil, Pedro Piá de Andrade o uso da ferramenta Apex Brasil disponibiliza oportunidades específicas para a África. Segundo ele, na África, o mapa de mercado possui 5574 oportunidades de negócios “possibilita que as empresas brasileiras conheçam e possam explorar de forma consciente, mais preparada e de maior efetividade as oportunidades Africanas” concluiu.  

África – A África segundo a CEO do Standard Bank Brasil, Natália Dias é considerada a maior fronteira de conhecimento do mundo, pois é muito relevante do ponto de vista de recursos naturais. Ela corresponde a 30% de todos os recursos naturais do mundo, 11% de petróleo e os números crescem a cada descoberta. Foi a região que mais cresceu no mundo entre os anos 2000 e 2020, apresentando um crescimento de 4,36% ao ano, comparado a média global este valor é considerado superior. Por isso, a África vem despertando os olhares das empresas ao longo do tempo. 

Atualmente sua população é de 1 bilhão de pessoas e em 2050 a população dobrará, “isso significa que 25% de todas as pessoas do mundo vão estar morando na África nos próximos anos” enfatiza Natália. Ela relatou ainda que isso traz mudanças para seu padrão de consumo. Outro fato abordado pela CEO durante a reunião é que o continente africano tem a população mais jovem do planeta com a média de idade de 19.7 anos. Isso significa que a população está em uma idade economicamente ativa, o que contribui para o crescimento do continente.  

 A África também está revelando um aumento da classe média em consequência os gastos das famílias estão crescendo chegando a 4% ao ano, muito elevado se comparado com a taxa populacional que é de 2%. Esse aumento do consumo das famílias está atualmente em 3 trilhões de dólares, chegando a 5 até 2030. Isso significa que a África vem crescendo, incluindo mais pessoas e distribuindo riquezas”. Um mercado muito novo que não pode ser ignorado para nenhuma empresa que tem uma estratégia de crescimento global” afirmou a CEO.   

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