Conselheiros da ACMinas debatem ações para a RMBH

A Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) realizou na manhã de segunda-feira, 5 de julho, uma reunião com os Conselhos Empresariais de Turismo e Cultura, para que cada um deles dessem sugestões para o projeto BH Sempre Viva- Metrópole Inteligente e Humanizada.

O encontro debateu, entre outros temas, o que a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) já executa, já acontece como Metrópole, além do que falta, suas carências e possíveis soluções. 

A RMBH foi instituída em 1973 pela Lei Complementar nº 14, que criou também as regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre, Recife, Salvador, Curitiba, Belém e Fortaleza. A RMBH era originalmente composta por 14 municípios: Belo Horizonte, Betim, Caeté, Contagem, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano.  Depois foram se incluindo novas cidades e hoje a RMBH é formada por 34 cidades, incluindo Belo Horizonte. 

“A reunião se fez necessária, para que os membros da ACMinas pensassem em um  planejamento integrado para elaboração de diagnósticos e planos de alto nível técnico para que se crie o Projeto BH Sempre Viva”, explicou o presidente José Anchieta. Durante a reunião foram debatidas ideias, opiniões, informações e relatos de projetos que já aconteceram na capital mineira, como também na região metropolitana. 

Márcio Favilla, membro do Conselho de Relações Internacionais da ACMinas,  almeja que esse projeto da ACMinas  seja um movimento que venha contribuir para o desenvolvimento da região metropolitana, uma vez que as cidades são muito próximas umas das outras. “Saímos de Belo Horizonte sem perceber que já estamos em outro município”, exemplifica. 

Para Cláudio Motta, que também é membro do Conselho de Relações Internacionais da ACMinas,  afirmou que Belo Horizonte e cidades da RMBH têm tudo para ser a maior capital do Brasil, mas com essa mania do mineiro de trabalhar quieto, ele perde muito para os paulistanos que faz propaganda de tudo. “Se ninguém faz propaganda do que a gente tem, como o pessoal de fora vai saber”, interroga. Roberto Fagundes, membro do Conselho Superior, concordou e afirmou que uma cidade só é boa para o turista, se ela for considerada boa para o morador, por isso o projeto tem que partir da valorização não só de Belo Horizonte, como também de todas as outras da região metropolitana. 

 

“É necessário criar um sentimento de pertencimento nos moradores, eles têm que sentir orgulho de pertencer ao lugar que moram”, complementa Jorge Carlos Borges de Souza, presidente do Conselho Empresarial de Cultura.

Maria Elvira de Sales Ferreira, vice-presidente e diretora emérita da ACMinas, ressaltou ainda que não há vontade política por parte dos governantes de colocar o turismo e a cultura como prioridades. “Eles não carregam a bandeira, não abraçam a causa. Se a gente não fizer cada um a nossa parte, os governantes não vão fazer”, finaliza. 

 

Mais informações: 

Sandra Mara 

(31) 99689.0833

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