Desafios do Mercado: Presidente do Conselho de Seguros ACMinas participa de debate sobre o futuro do mercado

Apesar dos impactos causados pela pandemia no ano passado, o setor de seguros já mostra sinais de recuperação. Prova disso foi a arrecadação de R$ 92,7 bilhões (sem saúde e DPVAT) ocorrida entre os meses de janeiro e abril deste ano, representando uma evolução de 15,5% quando comparado ao mesmo período de 2020. Este e outros dados do segmento foram apresentados pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em encontro virtual promovido ontem (29/06) pelo SindSeg MG/GO/MT/DF. Confira o conteúdo completo exibido por ele clicando aqui.

O bate-papo foi mediado pelo presidente do Sindicato, Marco Neves, e pelo presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Sérgio Frade. “Continuamente, o Sindicato e as nossas comissões têm buscado promover discussões de temas relevantes junto a especialistas e entes do mercado, a exemplo dos debates prévios sobre riscos cibernéticos e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, recordou Marco. Para Sérgio, as discussões também têm sido muito ricas em função dos desafios a serem superados durante a pandemia. “A ACMinas acredita na força dos seguros não só para as empresas como para a sociedade”, complementou.

Em alta

As incertezas trazidas pela pandemia resultaram na valorização dos seguros de saúde e de vida. “Isso já vinha acontecendo e foi potencializado nos últimos meses, pois as pessoas desejam resguardar financeiramente suas famílias numa situação de ausência, como morte, doença e invalidez, assim como também não querem depender do sistema de saúde público”, comentou Coriolano.

E já que a nossa casa se transformou em ambiente de trabalho, os seguros residenciais também registraram alta. Muito disso se deve às facilidades trazidas pelos serviços acoplados nesta modalidade, como chaveiro, eletricista, etc. “Ainda registraram significativo crescimento os seguros rurais, os marítimos e os aeronáuticos”, relembrou Coriolano.

Foco no mercado

É inegável que a tecnologia tem sido nossa aliada para encurtamos as distâncias e garantirmos serviços e atendimento de qualidade aos nossos clientes. Além de sustentar as nossas atividades, a adoção de processos e meios remotos têm desafiado as seguradoras a colocar o consumidor no centro dos seus negócios. “Os comportamentos e demandas dos clientes são variados de acordo com cada região. Assim, cada vez mais, é preciso investir num atendimento diferenciado”, comentou Coriolano.

Neste sentido, o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro do ano passado, também tem exigido adaptações das seguradoras para garantir o uso adequado e a proteção das informações de seus clientes. “É preciso também que os profissionais aprofundem seus conhecimentos sobre os seguros cibernéticos”, pontuou.

Na ocasião, Coriolano também falou das discussões para implantar o open insurance no Brasil, movimento que permite que os consumidores compartilhem seus dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura e ágil, para desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. “Hoje, este é o principal projeto e impactará bastante o nosso mercado. Demanda muitos investimentos, mas ainda há muitas dúvidas e discussões de como implantá-lo”, contou.

Proteção veicular X seguro auto

Neste ano, a CNseg lançou uma campanha para desmistificar as diferenças entre o seguro automóvel e a proteção veicular. Batizada de “Seguro Auto Sim”, você pode conferir a cartilha clicando aqui. “Nossa imagem está sendo prejudicada, pois há muitas reclamações de pessoas que estão sendo lesadas por acharem que a proteção veicular é a mesma coisa que seguro automóvel”, finalizou Coriolano.

Quer conferir na íntegra o nosso evento? Clique aqui e assista-o. 

Fonte: Sindseg | Marcio Coriolano é convidado do Sindicato para falar sobre desafios do mercado (sindsegmd.com.br)

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