Gestão empresarial e eficiência energética: como se beneficiar em tempos de crise hídrica?

O Brasil é um país tropical e genuinamente favorecido por recursos naturais que fazem desse imenso território – o quinto maior no mundo – um espaço generoso para comportar seus mais de 213 milhões de habitantes, você concorda?

Mas apesar de toda a sua exuberância e riquezas naturais, as populações de algumas regiões sofrem assustadoramente com a desigualdade socioeconômica e a falta de recursos básicos para a sua subsistência. Além do desenvolvimento local, essa situação impacta negativamente a gestão empresarial em vários pontos do território nacional.

É dentro desse cenário que a região Sudeste também enfrenta sérios problemas com a escassez das chuvas e a consequente baixa nos reservatórios.

Vamos falar sobre o assunto? Este artigo aborda os desafios da gestão empresarial e eficiência energética em tempos de crise hídrica, e aponta uma solução que pode ajudar você no enfrentamento desse desafio. Afinal, estamos passando por um dos períodos mais difíceis dos últimos tempos.

Boa leitura!

Crise hídrica

Ao longo dos anos, esforços de governos, instituições e iniciativa privada se alternaram para amenizar, ou até dissipar, a escassez de água e recursos hídricos, principalmente nas grandes metrópoles.

Como você já sabe, testemunhamos atualmente a mais grave crise hídrica dos últimos 91 anos. Para termos noção da gravidade do problema, no início do segundo semestre deste ano, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA declarou situação crítica de escassez hídrica em cinco regiões do país, agravada pelo problema da seca.

Ainda estamos nos recuperando da pandemia da COVID-19 – que deixou muitos estragos – e vivemos a iminência do racionamento de energia. Dependemos dos níveis dos reservatórios de água de todo o país, sobretudo das grandes capitais.

A crise hídrica é também um dos principais fatores que agravam o crescimento em várias frentes da economia brasileira. A seca elevou o preço da energia elétrica e passou a ser um choque inflacionário a mais para os brasileiros tão castigados pelo aumento dos preços dos alimentos e combustíveis.

É um efeito cascata. Recentemente, o G1 de Notícias trouxe os dados divulgados em setembro, pelo IBGE, apontando que o Produto Interno Bruno (PIB) recuou 0,1% no segundo trimestre do ano. Com pouca margem de manobra para suportar novos entraves, o setor industrial passou a enfrentar o reajuste no custo de produção.

Ela também afeta o agronegócio. O setor deve registrar queda estimada em 0,4% para o PIB agro; a primeira desde 2016.

É preciso entender que, até chegar nas residências, a crise hídrica já impactou – direta ou indiretamente – setores do comércio e indústria de todos os segmentos.

Crise hídrica x eficiência energética

Já faz algum tempo que escutamos falar de eficiência energética, certo? Esse termo consiste, basicamente, em usar utilizar a energia de modo eficiente para atingir determinado resultado ou objetivo.

Para ficar mais claro, trata da relação entre a quantidade de energia empregada para a realização de uma atividade com o que é realmente disponibilizado para este fim.

Considerando a prolongada falta de chuva, entre outros problemas, está sendo necessário colocar as termelétricas em ação, demandando o uso de óleo e gás natural. Como são mais onerosas do que as hidrelétricas, elas acabam encarecendo a conta de luz.

Então, se estão sendo gastos mais recursos para atender a alta demanda por energia elétrica, a eficiência energética pode ser ineficiente ou aplicada incorretamente nos processos.

Impactos da crise hídrica

Lembra quando falamos, no início deste artigo, que a crise impactava diversas frentes da economia brasileira? De acordo com a matéria publicada pela Agência IBGE de Notícias, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi a 1,14% em setembro deste ano, 0,25% acima da taxa de 0,89% referente ao mês anterior.

Entre os grupos que tiveram altas registradas estão Transporte; Alimentação e Bebidas; e Habitação. Sendo que neste último (alta de 1,55%) a maior contribuição (0,17%) veio da energia elétrica (3,61%).

Como você já deve saber, em agosto deste ano entrou em vigor a bandeira vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 9,492 a cada 100 quilowatt-hora consumidos. E a partir de 1.º de setembro, passou a valer a bandeira tarifária de Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 para os mesmos 100 kWh.

A cobrança é válida até abril de 2022 para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional, exceto os beneficiários da tarifa social.

Por isso, a economia combinada à eficiência energética deve ser o dever de casa de toda a população, gestor de empresa de todos os segmentos e portes, órgãos reguladores e governos, você concorda?

Gestão empresarial e eficiência energética

Como já dissemos, estamos na iminência de um racionamento de energia, principalmente no Sudeste, já que os reservatórios estão em níveis alarmantes.

Nas crises anteriores (2001 e 2014), muitos de nós, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, sacrificamos nossas atividades para reduzir os índices de consumos de água e energia.

Em um esforço conjunto, residências e estabelecimentos comerciais e industriais adotaram medidas técnicas para a redução de consumo. As iniciativas envolveram a substituição de sistemas de iluminação para opções mais racionais, equipamentos de maior eficiência energética, implantação de sistemas economizadores de água entre outros.

Essas e outras medidas entraram no planejamento estratégico de muitas empresas, já que envolvia a redução de custos operacionais ou o cumprimento de alguma norma governamental.

Outro ponto que se tornou crucial na gestão de negócios é a preocupação com o impacto causado no meio ambiente, além do correto uso dos recursos naturais na realização das operações.

Os dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) criados pela Organização das Nações Unidas – ONU, cujas iniciativas vão até 2030, também passaram a fazer parte da estratégia competitiva de muitas empresas, visando a reputação de suas marcas.

Hoje, além de todas essas medidas, temos as novas tecnologias a nosso favor. Apesar disso, um dos maiores resultados na luta contra a crise hídrica continua sendo a gestão e o correto uso dos recursos.

Você precisa contar com ferramentas de gestão e indicadores de desempenho que possam ajudar na redução do consumo e, consequentemente, dos altos valores pagos na conta de luz – em casa ou na empresa, por exemplo.

Parece algo distante ou muito caro, mas isso é um mito! A energia limpa e renovável está mais perto da sua casa e da sua empresa do que você imagina.

Continue com a leitura e veja como isso é possível.

Novas formas de gerar energia

Além da energia nuclear (que mais barata e não depende de fatores naturais), a eólica e a solar são alternativas para diversificar a matriz, já que as hidrelétricas são responsáveis por 60% da energia utilizada no Brasil.

Ainda somos muito dependentes das hidrelétricas (85% da energia elétrica tem fonte hídrica), isso é um fato. Mas também devemos reconhecer que estamos avançando na diversificação dos tipos de energia que consumimos.

As novas tecnologias permitem armazenar a energia gerada durante o dia, vindas do sol e/ou do vento, por exemplo. A ideia é que ela seja utilizada quando não há luz, mantendo o equilíbrio do ecossistema.

As pessoas e empresas estão, a cada dia, mais conscientes sobre o meio ambiente, mas também buscando alternativas mais baratas para o consumo de energia nas suas atividades.

Para entender um pouco mais este movimento, a matéria da Agência Brasil cita um crescimento de 2.000% no uso de energia solar distribuída (painéis em telhados) nos últimos três anos. E um aumento de 200% na energia solar centralizada (usinas solares).

Já podemos contar com as fazendas solares que produzem energia limpa e renovável. Essa energia é injetada diretamente no sistema elétrico e compensada em sua conta tradicional.

De uma forma planejada, essas iniciativas devem passar a fazer parte da gestão estratégica da empresa ou do seu orçamento financeiro familiar.

Como se preparar para o futuro da energia na gestão empresarial?

Veja a seguir uma solução rentável e eficiente, e que está ao seu alcance: a energia solar por assinatura para empresas, condomínios, casas e/ou apartamentos.

ACMinas e CEMIG SIM

Os associados ACMinas podem ter descontos especiais, de até 22% na tarifa de energia, inclusive Microempreendedor Individual – MEI.

Sim, é possível economizar até 22% na conta de energia da sua empresa!

Já para casas ou apartamentos, o desconto de até 15% é aplicado em contas de luz de aproximadamente R$320,00 (trezentos e vinte reais).

Com a parceria entre ACMinas e CEMIG SIM, você passa a consumir energia limpa, renovável e mais econômica na sua empresa ou residência.

Assista ao vídeo e entenda como a energia produzida na fazenda solar é abatida na sua conta de energia SIM.

Qualquer iniciativa para contornar a crise passa pelo zelo dos recursos hídricos. E você pode fazer isso de forma orgânica e autossustentável.

Destacamos pelo menos 4 vantagens que podem gerar consistentes resultados:

  • Para ter acesso ao desconto, basta que o consumo mínimo mensal seja de 300kWh para residências, e 500kWh por instalação para empresas e condomínios;
  • Economia de até 22% para sua empresa e 15% para sua casa;
  • Sem investimentos, obras ou necessidade de instalações;
  • Energia limpa e sustentável.

Conclusão

Como você viu, estamos descobrindo novas formas de utilizar os recursos naturais, diversificando a matriz e, acima de tudo, procurando reduzir gastos nas operações que utilizam essas fontes.

Essas medidas podem, apesar desse cenário adverso, gerar consistentes resultados. É possível produzir mais energia com menos água.

Pesquise sobre o assunto e entre em contato com a ACMinas para outras informações sobre o programa CEMIG SIM. Ele pode ser a medida exata que está faltando na gestão da sua empresa.

Acesse o nosso site e confira!

Até a próxima.

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