A importância da economia mineira

No Dia das Micro e Pequenas Empresas, ACMinas e Sebrae realizam evento conjunto 

Devido à importância de apoiar e fomentar a micro e pequena empresa na economia mineira, a Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais em parceria com o Sebrae-MG realizou no dia 10 de outubro O ‘Dia da micro e pequena empresa na ACMinas’, evento para debater assuntos pertinentes à classe e que ofereceu palestras e consultorias aos microempresários durante todo o dia.

A abertura do evento aconteceu com a palestra de Luiz Cláudio Batista, diretor de micro e pequenas empresas do Banco do Brasil. O objetivo da palestra era apresentar a visão do Banco do Brasil sobre esse tipo de empreendimento e como ele pode ajudar o país a crescer: “Na medida em que o Banco do Brasil presta um apoio adequado ao seu cliente, tanto sobre a ótica de crédito, a ótica de gestão de fluxo de caixa ou até mesmo com um seguro para a empresa, nós estamos ajudando a empresa a se fortalecer e a crescer”, afirma Luiz Claudio. 

Batista aponta a atual instabilidade e a tensão internacional econômica como aspectos que exercem impacto negativo na economia brasileira destacando a crise econômica na Argentina que afeta diretamente o volume das exportações, já que o país vizinho é o mercado para o qual o Brasil mais exporta produtos industriais.

Ao apresentar alguns dados sobre a economia mineira, Batista alega que embora a taxa de desemprego de 9,6% em Minas Gerais seja levemente mais baixa comparada aos outros estados, a economia mineira ainda é a terceira maior do país, sendo responsável por cerca de 9% do PIB. Embora também ocupe a terceira posição no ranking dos estados que mais exportam, Minas se encontra nas posições do meio da tabela que mede o nível de competitividade.  

Isso é um dos desafios que o estado carrega e a necessidade de ampliar os produtos exportados é urgente. Oferecendo suporte para que isso se concretize, Batista anunciou uma parceria entre o Banco do Brasil e a ACMinas que ofertará cursos e palestras sobre a inserção da micro e pequena empresa no comércio exterior. 

Segundo Batista, a queda na taxa de juros e as reformas da previdência e tributária impulsionam a economia na medida em que facilitam o surgimento de novas empresas e, consequentemente, na geração de empregos, propicia uma melhoria o ambiente de negócios, além de despertar nos empresários a esperança de que a economia cresça de modo mais efetivo. “Quando você fala na política de austeridade fiscal, controle de gasto público e em responsabilidade fiscal, você ajuda esse processo” enfatiza. 

O alto índice de desemprego também pode se caracterizar como uma oportunidade, a partir do momento em que o Governo passa a elaborar políticas públicas para a reinserção dessas pessoas no mercado de trabalho. Tendo em vista as novas políticas adotadas pelo Governo Federal, a perspectiva do banco é que a taxa de desemprego apresente queda já no início do ano que vem. 

Para finalizar a apresentação, Batista apresenta as vantagens que o Banco do Brasil oferece aos clientes. O Banco, que conta com cento e setenta e uma agências com profissionais especializados no atendimento às MPEs, aposta na praticidade que a tecnologia oferece, como o aplicativo do banco que permite o microempresário a gerenciar o capital da empresa, mas a vantagem que se destaca é a ‘MPEWeek’ programa de incentivo para os microempreendedores que tem uma plataforma digital gratuita que permite  que essas empresas cadastrem ofertas, independente de a empresa ser cliente ou não do banco, que serão disponibilizadas para todos os dezoito milhões de clientes do banco que têm o aplicativo baixado.

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