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Em fevereiro, o IPCA obteve alta 0,43%

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Departamento Econômico ACMinas – Por Leonardo Faria Lima

 

A Inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), apresentou alta de 0,43%, com um acréscimo de 0,11 ponto percentual sobre o mês anterior, quando foi de 0,32%). Esta é a maior variação mensal observada desde o mês de outubro.



                                                             

 

Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,89% - percentual abaixo da meta inflacionária estipulada para 2019, de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 pontos percentuais para baixo ou para cima (entre 2,75% e 5,75%). No acumulado anual, a alta foi de 0,75%.


                                                               

 

Inflação por grupo de produtos e serviços

Seis dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta de janeiro para fevereiro – Educação, Alimentação e Bebidas foram os principais fatores que influíram na inflação. O primeiro grupamento mostrou variação positiva de 3,53%, impulsionada pelos reajustes praticados no início do ano letivo, principalmente nas mensalidades dos cursos regulares (em média, os valores cresceram 4,58%). No segundo, a variação foi de 0,75%, catalisada, em especial, pelas altas registradas nos preços do feijão-carioca (51,58%), da batata-inglesa (25,21%), das hortaliças (12,13%) e do leite longa vida (2,41%).

 

Variação de preços (Produtos e Serviços) 

  • Educação: 3,53%
  • Alimentação e Bebidas: 0,78%
  • Saúde e Cuidados Pessoais: 0,49%
  • Habitação: 0,38%
  • Despesas Pessoais: 0,18%
  • Comunicação: 0,00%
  • Artigos de Residência: 0,20%
  • Vestuário: -0,33%
  • Transportes: -0,34%

Inflação por regiões

(dez regiões metropolitanas, mais os municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e  Brasília)

Em fevereiro, as cidades de Rio Branco e Belém apresentaram as maiores altas, variação de 1,12% e 0,93% respectivamente. Já a capital federal, Brasília, registrou deflação, ou seja, variação negativa de -0,18%. 

 

 Variação de preços (por regiões)

 

  • Rio Branco: 1,12%
  • Belém: 0,93%
  • São Luís: 0,43%
  • Fortaleza: 0,69%
  • Recife: 0,59%
  • Aracaju: 0,54%
  • Salvador: 0,18%
  • Belo Horizonte: 0,51%
  • Vitória: 0,58%
  • Rio de Janeiro: 0,48%
  • São Paulo: 0,44%
  • Curitiba: 0,18%
  • Porto Alegre: 0,15%
  • Campo Grande: 0,52%
  • Goiânia: 0,87%
  • Brasília: -0,18%

 

Previsão para 2019

Para 2019, o mercado financeiro brasileiro acredita que o IPCA terá variação positiva de 3,87%, percentual que se mantém, no entanto, abaixo da meta governamental, fixada em 4,25%.

A ociosidade da capacidade produtiva e a morosidade na recuperação do mercado de trabalho tem reduzido a demanda doméstica, gerando,  consequentemente, menor pressão sobre o nível de preços. Diante deste contexto, a projeção do mercado mostra-se consistente. 

 

 

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