Capitalismo consciente: humanizar para produzir


Na última terça-feira (26), foi realizada, na ACMinas, a última reunião plenária que contou com a presença do presidente da entidade, Aguinaldo Diniz Filho, a presidente do Conselho Empresarial da Mulher Empreendedora, Alessandra Alkmin, e a presidente do Conselho Empresarial de Recursos Humanos, Eliane Ramos.

Ao iniciar a reunião, o presidente, Aguinaldo Diniz Filho, ressaltou a relevância do assunto, e em seguida fez uma prestação de contas sobre as atividades desenvolvidas pela ACMinas, neste ano. Ele também expressou sua preocupação com os rumos da economia brasileira: “É inadmissível um país como o nosso, com as potencialidades que nós temos, ter 24 milhões de desempregados, ter 55 milhões de pessoas vivendo com um quarto de salário mínimo. Esse é o grande problema. É um problema que precisa de muito trabalho, altruísmo para que a gente possa levar a nação em frente”, afirmou.  

De acordo com Alessandra Alkmin, é perceptível que o mundo está entrando em um novo contexto social em que as mudanças são “Grandes transformações em um espaço de tempo muito curto”, afirmou. Segundo Alkmin, esse novo contexto social exige adequações, tanto das pessoas como das empresas, e, também, da forma de se fazer negócios. O capitalismo consciente cresce devido a demanda das pessoas por consumir produtos e serviços de empresas que proporcionem bem estar para a sociedade, através de investimentos em projetos sociais e práticas mais saudáveis de praticar o capitalismo.

Elaine Ramos, presidente do Conselho Empresarial de Recursos Humanos, explica que esse modelo econômico tem como preocupação humanizar cada vez  mais o trabalho da empresa.Para que uma empresa pratique o capitalismo consciente, primeiramente, é necessário que ela tenha um propósito maior, algo que vá além do lucro pelo lucro. “Estamos saindo do fordismo, daquela gestão autoritária, do controle, daquela gestão em que o funcionário só serve para torcer o parafuso. A tecnologia vem para que o ser humano seja mais produtivo”, declarou.

Os efeitos desta prática já podem ser visualizados no Brasil, Alkmin apresentou dados que mostram que as empresas brasileiras, que aderiram ao capitalismo consciente, são duas vezes mais rentáveis do que a média, tem 240% de clientes mais satisfeitos, além de colaboradores mais felizes. “Se a gente tem colaboradores mais felizes, os resultados da empresa serão muito maiores. Então precisamos fazer com os colaboradores encontrem propósitos no que eles fazem”, concluiu Ramos.

Confira as fotos.

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Posts recentes

Siga a ACMinas

Assine nossa Newsletter

Receba nossa novidades em primeira mão por email.