Coronavírus: quase 350 mil pacientes já se infectaram em Minas desde março

Por: G1 Minas — Belo Horizonte

Minas Gerais já teve 349.512 casos confirmados de coronavírus, dos quais 8.779 acabaram em morte. Foram 708 casos a mais – e 9 registros novos de mortes em 24 horas.

Dentre os pacientes infectados pela Covid-19, 22.517 seguem em acompanhamento, internados ou em isolamento domiciliar. E 318.216 mineiros são considerados “recuperados” da doença, ou seja, são pessoas que receberam alta hospitalar e/ou cumpriram isolamento domiciliar de dez dias e estão há 72 horas assintomáticos e sem intercorrências.

Ao todo, 314.479 mineiros já tiveram que ficar em isolamento domiciliar, à espera da recuperação de infecção por Covid-19, desde o início da pandemia. Outros 35.033 tiveram o quadro mais grave da doença e precisaram de internação hospitalar.

Casos por município

Até esta segunda-feira (26), 849 cidades mineiras já tiveram pelo menos um caso de paciente infectado pela Covid-19. Ou seja, apenas 4 cidades mineiras continuam livres do novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico do governo.

Estas são as cidades mineiras sem Covid-19:

  • São Thomé das Letras
  • Pedro Teixeira
  • Cedro do Abaeté
  • Botumirim

Belo Horizonte é a cidade que concentra mais mortes – 1.433 – e também mais casos confirmados da doença: 46.707.

Estes são os municípios mineiros com mais casos confirmados de Covid nesta segunda-feira (26):

  1. Belo Horizonte: 46.707
  2. Uberlândia: 33.995
  3. Montes Claros: 10.697
  4. Contagem: 9.777
  5. Ipatinga: 9.550
  6. Governador Valadares: 8.359

Estes são os municípios mineiros com mais mortes confirmadas por Covid-19 nesta segunda (26):

  1. Belo Horizonte: 1.433
  2. Uberlândia: 644
  3. Contagem: 406
  4. Governador Valadares: 280
  5. Juiz de Fora: 254
  6. Betim: 230

Perfil dos pacientes

A maioria dos pacientes que morreram com a Covid-19 era de homens: 57% do total. E idosos: 79% têm mais de 60 anos. Dos óbitos, 41% são de cor branca e 44% de cor parda. Além disso, 75% dos óbitos ocorreram em pacientes que já tinham fatores de risco, principalmente cardiopatia, diabetes e pneumopatia.

Outros fatores de risco registrados foram doença renal, transtornos mentais, doença neurológica, tabagismo, neoplasia, hipotireoidismo e doença genitourinária.

Leia na integra | G1 | 26 de outubro de 2020

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