Investir pode ser a melhor opção para o décimo terceiro

Fonte: Diário do Comércio

Com a chegada do fim do ano, pode até ser que sobre algum dinheiro na conta dos brasileiros. Daí a dúvida: onde investir? Entre tantas opções, quais as melhores para se investir a curto prazo? O CEO do PoupaBrasil Investimentos, Cláudio Ferro, aponta algumas opções de investimento e quais, entre eles, são melhores para se investir a curto prazo.

Para Cláudio Ferro, poupar e investir o 13º salário é a melhor solução para as pessoas que querem fugir da tentação das compras de fim de ano e focar em um projeto futuro, como um curso no exterior, uma viagem de lazer, troca de carro, compra de imóvel, festa de casamento, entre tantos outros.

O especialista considera que o curto prazo para os investimentos pode variar de seis meses a dois anos e diz que, normalmente, quanto maior o prazo, maior a rentabilidade e menor o impacto do imposto de renda também. “Já o médio prazo consideramos as aplicações de até quatro anos”, completa.

Perfil conservador – Falando sobre o investidor com um perfil mais conservador e que busca boa rentabilidade, Cláudio Ferro avalia que os títulos de renda fixa são os mais adequados. Nessa categoria, ele cita os já conhecidos CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que rendem nos grandes bancos em média 90% do CDI, os RDBs (Recibos de Depósito Bancário), que via corretora PoupaBrasil Investimentos oferecem rentabilidade de 114% do CDI, pelo prazo de dois anos.

Para ele, apesar da queda da taxa Selic num primeiro momento representar uma redução das taxas nominais oferecidas anteriormente, na prática ela continua atraente frente a baixa inflação atual. “Outros meios de investimentos com perfil mais agressivo ou arrojado, como renda variável (bolsa de valores) e fundos multimercados, exigem do investidor muita disciplina e conhecimento de mercado”, alerta.

Na opinião de Cláudio Ferro, a queda da taxa reflete o quadro recessivo da economia ao longo dos últimos anos e estimula a retomada da confiança dos empresários e consumidores. “O efeito pode ser visto na diminuição da inadimplência e o aumento do consumo. A redução da taxa Selic é a tradução clara da intenção do governo em estimular a economia, já que os juros menores impulsionam a produção e o consumo”, observa. Essa queda, diz, também influencia os bancos a baixarem suas taxas para tomadas de empréstimos e parcelamentos.

Porém, ele dá um aviso: “É importante alertar as pessoas, que têm intenção de buscar créditos, que tomem muito cuidado – e que deixem que o consumo seja focado nas reais necessidades e objetivos, para não se endividarem”. O analista salienta que o brasileiro, de uma forma geral, precisa aproveitar estes momentos para iniciar sua poupança, através de investimentos mais rentáveis e com segurança.

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