Mercado reduz pela terceira vez consecutiva a projeção para o PIB de 2019

Por Leonardo Faria Lima – Departamento Econômico ACMinas

 

As principais instituições financeiras do país reduziram pela terceira vez consecutiva a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019. A redução foi de 0,27 pontos percentuais, isto é, de 2,28% para 2,01%.

 

O novo recuo foi influenciado pelo resultado do PIB de 2018, no qual a economia brasileira obteve crescimento de apenas 1,1%. Esta pequena alta demonstra a morosidade da recuperação econômica do país após o período de grave recessão entre os anos de 2015 e 2016. 

                             

Inflação

Para a inflação, medida pelo IPCA, houve um pequeno aumento na perspectiva, de 3,87% para 3,89%. Se o resultado previsto for alcançado, o indicador ficará abaixo da meta efetivada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o ano– 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 pontos percentuais para baixo ou para cima (2,75% e 5,70%).

 

Taxa Selic

Para Selic, a projeção foi mantida em 6,5% ao ano. Essa perspectiva é condizente com o cenário econômico esperado para este ano: inflação baixa; recuperação lenta dos investimentos e do mercado de trabalho – variáveis que geram uma menor pressão sobre os preços; e economia internacionacional estável ou sem grandes turbulências. 

 

                           

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