O trabalho intermitente foi responsável por 51,23% das vagas celetistas criadas em 2020

Por Leonardo Faria Lima – Economista ACMinas

De acordo com o CAGED, mais da metade dos postos formais de trabalho gerados no ano de 2020 (51,23%) foram contratações da modalidade de trabalho intermitente. No âmbito deste formato o país criou 73,1 mil vagas com carteira assinada.

Em 2018 e 2019, o novo formato de trabalho foi responsável, respectivamente, por 9,4% e 13,3% das vagas geradas.

Apenas no seu terceiro ano de validade, a modalidade de trabalho intermitente conseguiu atingir o objetivo de sua regulamentação – potencializar a criação de novos empregos celetistas.

Trabalho intermitente

O regime de trabalho intermitente foi criado por meio reforma trabalhista de 2017 (lei nº 13.467/2017) e ele é delineado por uma prestação de serviços não contínua. Nesta modalidade de trabalho, o colaborador não detém jornada e salário fixo, isto é, ele é convocado para realizar as suas atividades de forma esporádica, com intervalos de ociosidade.

Para empresas, a vantagem do referido formato de trabalho está na possibilidade de remunerar o colaborador somente durante o período de atuação.

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