Pleito por avanço na luta contra Covid-19 recebe apoio em Minas

A perda na arrecadação federal com a redução nas atividades econômicas imposta pelo distanciamento social é estimada em R$ 58 bilhões | Crédito: Luciana Montes

Alinhamento

Nesse mesmo sentido, o presidente do Conselho Empresarial de Economia da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Guilherme Leão, faz suas observações e considera a carta aberta completamente alinhada às posições defendidas pela ACMinas na edição do DIÁRIO DO COMÉRCIO, no dia 17 de março.

“A mensagem do nosso presidente foi na linha da prioridade da vida e isso passa por um trabalho de aceleração da vacinação e reconhecimento da necessidade do distanciamento social, tendo em vista, do esgotamento das estruturas de saúde. O documento alerta para a situação cada vez mais frágil das empresas, especialmente do comércio e pequenas empresas, necessidade de medidas de emergência que deem suporte a elas. Se não controlarmos a pandemia, se não tivermos vacina, quanto mais tempo passar, mais tempo a atividade produtiva vai ficar fechada ou funcionando aos trancos e barrancos. Não existe economia no mundo que avance com a população doente. Por mais que o Supremo já tenha liberado estados e municípios, insisto que precisamos de uma ação prioritária e coordenada pelo governo federal. Vacinas e medicamentos estão faltando no mundo inteiro. Nada adianta Belo Horizonte conseguir vacinas, se as cidades ao lado não conseguirem. Precisamos de uma política de comunicação que ensine as pessoas a se cuidarem e que combata as notícias sem base científica”, completa Leão.

Por: Daniela Maciel(Diário do Comércio)
Em 23 de março de 2021 às 00:30

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