Reginaldo Lopes participa de Seminário sobre Reforma Tributária realizado pela ACMinas

Justiça tributária e aumento da produtividade em todos os setores foram destacados pelo deputado federal

“A Reforma Tributária é a mais estruturante para a economia brasileira, por trazer a tentativa de aumentar o ganho de produtividade. O Brasil precisa ter uma economia mais dinâmica, tecnológica, competitiva e sustentável, sendo capaz de produzir mais riquezas”, foi com essa afirmação que o deputado federal, Reginaldo Lopes, abriu sua fala no Seminário Permanente da Reforma do Estado Brasileiro promovido pela ACMinas, na sede da entidade nesta segunda-feira (10/06).

De acordo com ele, 98% dos países reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) contam com um sistema sobre o consumo que é cobrado valor adicionado, seguindo o que está sendo feito na reforma. “Teremos uma única legislação e uma única agência de arrecadação. O país tem a chance de sair dos dez piores sistemas tributários sobre o consumo, com redução da alíquota de 35% para 26%”, relatou.

“Outra distorção que será corrigida é de não exportar impostos, pois qualquer valor agregado que não se recebe crédito e ainda cobra imposto, não gera competitividade. Não cobrar imposto da exportação é fundamental para que o Brasil volte a ser um país de valor agregado, que possa agregar mais riquezas. Devolver resíduos tributários embutidos no processo de produção é extremamente importante”, complementou o deputado federal. “Teremos mais justiça tributária, com a redução das desigualdades sociais e um impulsionamento de todos os setores. Isso vai fazer a nossa economia crescer e melhorar a vida de todos”.

Repercussão do tema

Reginaldo Lopes foi questionado se o setor de serviços poderá ser penalizado pela reforma. Ele afirmou que “não terá um impacto tão grande assim, porque não terá transferência de carga tributária para o setor de serviços. Eu me comprometo a voltar em outra data e estudar o caso isoladamente, se for necessário”.

Outra pergunta veio da intervenção do presidente da ACMinas, José Anchieta da Silva, que acompanhou a exposição remotamente. Ele sugeriu a construção de uma frente pró MG em Brasília. “Pretendemos iniciar um movimento chamado Levanta-te Minas em breve”, escreveu.

Para o deputado federal, Minas Gerais precisa de fato levantar sua voz. “Se a reforma é boa para o Brasil para o Estado é excelente, pois aqui tem o segundo PAC industrial e a reforma ajudará a potencializar e agregar valor”, afirmou.

Aguinaldo Diniz Filho, ex-presidente da ACMinas, encerrou o evento agradecendo a presença do deputado federal. “O nosso trabalho tem sido ouvir pessoas e visões de vários lados. Vamos seguir com os seminários, que foram idealizados a partir das reformas que o país precisa”.

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